O goleiro Gléguer admitiu ter contribuído de forma decisiva para a derrota por 2 a 0 sobre o Sport, neste sábado, na Ilha do Retiro. "Peço desculpas a todos os torcedores, mas a vida do goleiro é assim mesmo. Agora é voltar a fazer boas defesas, reabilitar o time contra o Coritiba e bola pra frente", declarou o camisa 12. Gléguer fez contra o Sport a sexta partida seguida no gol do Vitória. Ele vem substiuindo o titular Viáfara, que sofreu uma luxação no dedo indicador da mão esquerda na derrota por 1 a 0 para o São Paulo. Viáfara deve ficar mais 10 dias afastado. O técnico Vagner Mancini também jogou a conta da derrota na caderneta de Gléguer. "Os dois gols do Sport foram de erros nossos em falhas individuais, mas acho que o gol no início acabou prejudicando", disse o treinador. Segundo Mancini, o Vitória voltou melhor no segundo tempo, após as entradas de Ramon e Neto Berola. "O time esteve mais disposto, incomodando mais o Sport, criou chances com Berola e Domingues e teve um pênalti não marcado que talvez pudesse mudar o desfecho da partida", destacou, referindo-se ao choque de Magrão com Neto Berola. O treinador reconheceu que Adriano não aproveitou a oportunidade, mas não quis adiantar se irá efetivar Berola como titular. "Ele tem entrado bem, mas é jovem. É uma questão de tempo", desconversou.
* UOL Notícias |
Escrito por HUMBERTO BRITO às 21h23
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Neste sábado, 22/08, teve início mais uma edição do Campeonato Baiano de Futebol Categorias Infantil e Juvenil organizado pela Federação Bahiana de Futebol - FBF. Confira os resultados da rodada de abertura: Infantil; Camaçari 0 x 7 Bahia, Galícia 2 x 0 Catuense, Astro 0 x 4 Vitória e ABB 1 x 3 Atlântico. Juvenil; Camaçari 0 x 4 Bahia, Galícia 3 x 1 Catuense, Astro 0 x 2 Vitória e ABB 0 x 1 Atlântico. * Informações site FBF
Escrito por HUMBERTO BRITO às 19h58
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 Victor Ramos é convocado para seleção SUB-20 Na segunda-feira, 10/08/09, o zagueiro do Vitória, Victor Ramos, foi convocado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), para integrar a Seleção Brasileira Sub-20. O atleta participará da fase de preparação visando o Campeonato Mundial de Futebol Sub-20, que acontecerá a partir de Setembro no Egito. A competição será disputada por 24 seleções, são elas: África do Sul, Alemanha, Emirados Árabes Unidos, Austrália, Brasil, Camarões, Coréia do Sul, Costa Rica, Egito, Espanha, Estados Unidos, Gana, Honduras, Hungria, Inglaterra, Itália, Nigéria, Paraguai, Polinésia Francesa, República Tcheca, Trinidad Tobago, Uruguai, Uzbequistão e Venezuela. Victor Ramos é natural de Salvador, tem 20 anos, foi revelado nas divisões de base do Vitória. Fonte: Site FBF
Arte no futebol - 16.08.2009 Fato relevante de justiça. O atleta VR foi preparado e treinado de 2003 até 2006 pelo excelente professor Edson Fabiano e seu fiel assistente escudeiro, Gordo, na ABB (Associação Bancária da Bahia). Naquela fase da vida, o menino contou com o tradicional lance da tabelinha de meio de campo dos Srs. Sinval Vieira (Vitória) e Carlito Santos (ABB). Eles também merecem aplausos.
Escrito por HUMBERTO BRITO às 14h18
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BAHIA Saudades do antigo esquadrão de aço. Tristeza, clube sem comando, cheio de dívidas dispara na direção da terceirona. Pênaltis, expulsões e gol anulado, fazem parte de uma partida de futebol. O Guarani como era previsto, derrotou o Bahia. O Bugre mesmo sem qualidade, poderia ter aplicado uma sonora goleada de 5, 6 ou até 7 gols. Com o resultado, o Guarani manteve-se no G-4, com 34 pontos, dois a menos que o líder Atlético-GO. Já o fraco time do Bahia completou a quinta partida consecutiva sem vencer. O último triunfo foi diante do Vasco, por 2 a 1, no dia 25 de julho. O próximo compromisso da equipe tricolor será nesta terça-feira, em Pituaçu, contra o líder Altético-GO. Já o Guarani vai a Caxias do Sul enfrentar o Juventude na próxima sexta-feira. O Bugre abriu o placar aos 35min, com um pênalti bem marcado pelo árbitro cearense Francisco de Assis Almeida Filho, aspirante ao quadro da Fifa. Ele apontou para a marca da cal depois que Vinícius agarrou Ricardo Xavier na área do Bahia. O próprio Ricardo Xavier bateu e converteu, com direito a paradinha e tudo. Foi o oitavo gol do artilheiro bugrino, o quinto gol de pênalti. Resenha ultrapassada "Eu estava a 50m de distância e tive a firme convicção de que um agarrou o outro dentro da área. Mas o árbitro fez o que era mais conveniente", contestou o técnico Sérgio Guedes. "O zagueiro me agarrou e o juiz teve a felicidade de ver e marcou bem marcado", retrucou Ricardo Xavier, ao final do primeiro tempo. O Bahia bem que tentou retomar o controle da partida no segundo tempo, mas um lance de infelicidade do goleiro Marcelo pôs tudo a perder. Aos 2min, Fabinho bateu a falta da direita, a bola quicou na área e entrou no canto esquerdo sem que ninguém tocasse nela. Com dois gols de desvantagem, o técnico Sérgio Guedes resolveu trocar por atacado: saíram Paulo Isidoro e Jael e entraram Juliano e Lima em seus respectivos lugares. Mas antes de processar as alterações, o Bahia descontou com um gol de Nadson, aos 9min, aproveitando passe preciso de Juninho, que aproveitou vacilo e roubou a bola de Márcio Alemão. Aos 30min, o que parecia ser o lance que liquidaria o jogo para o Guarani acabou provocando uma reviravolta. O árbitro marcou acertadamente mais um pênalti para os anfitriões, de Leandro em Gláuber, e expulsou o volante tricolor. Mas Ricardo Xavier desperdiçou a cobrança no travessão e, na sequência, Gabiru foi expulso por falta violenta em Beto. Dois minutos depois o prórpio Ricardo Xavier foi expulso por desferir uma cotovelada em um adversário. O Bahia, que parecia entregue em campo, voltou a se animar e partiu em busca do empate. E até conseguiu aos 42min, quando Nadson aproveitou o chute cruzado de Juninho e empurrou a bola na rede. Mas o auxiliar Francisco Rezende corretamente marcou impedimento, para o desespero dos tricolores. GUARANI 2 x 1 BAHIA Guarani Douglas, Maranhão, Bruno Aguiar, Márcio Alemão e Eduardo (Andrezinho); Luciano Santos; Glauber, Fabinho e Walter Minhoca (Nunes); Caíque (Gabiru) e Ricardo Xavier. Técnico: Vadão BAHIA Marcelo, Bebeto, Nen, Vinícius, Rubens Cardoso, Leandro, Elton, Paulo Isidoro (Juliano), Jael (Lima), Juninho (Beto) e Nadson. Técnico: Sérgio Guedes Data: 15/08/2009 (sábado) Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE) Auxiliares: Francisco Carlos Feitosa da Silva (CE) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE) Cartões amarelos: Bruno Aguiar, Douglas, Luciano Santos, Eduardo (G); Vinícius e Nen (B) Cartões vermelhos: Gabiru e Ricardo Xavier (G); Leandro (B) Gols: Ricardo Xavier, de pênalti, aos 35min do primeiro tempo; Fabinho, aos 2min, e Nadson, aos 9min da etapa final. |
Escrito por HUMBERTO BRITO às 21h57
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Enquanto o Vitória da Bahia luta para não ser rebaixado Título simbólico do 1º turno motiva Palmeiras contra o BotafogoLíder do Campeonato Brasileiro-2009, o Palmeiras entra em campo neste sábado, às 18h30, no Parque Antarctica, contra o Botafogo, em busca do título simbólico do primeiro turno da competição. A equipe de Muricy Ramalho chegou ao início da 19ª rodada com 36 pontos. Se vencer, vai abrir nove pontos de diferença para o Internacional. Como o time gaúcho só jogou até agora 16 vezes, ainda pode obter a mesma pontuação e ultrapassar a equipe alviverde nos critérios de desempate. Também neste sábado, o Inter enfrenta o Santo André no ABC. "É muito importante [vencer o primeiro turno], sim. A maioria dos times que venceu o primeiro turno também se sagrou campeão [do Brasileiro]", falou o lateral Wendel, se referindo ao histórico dos últimos anos. Desde 2003, quando acabaram os mata-matas, sempre o vencedor do primeiro turno arrematava o troféu no final. Mas essa "escrita" foi quebrada pelo São Paulo no ano passado. Segundo o volante Pierre, a conquista do primeiro turno nesta temporada incentivará ainda mais os jogadores. "Aumentará nossa estima." O empate de 1 a 1 de quarta-feira, em Belo Horizonte, manteve a vantagem do Palmeiras sobre o Atlético-MG, que hoje aparece na segunda colocação com 32 pontos. O desempenho dos jogadores no Mineirão foi muito elogiado por Muricy Ramalho. "O time foi muito valente contra o Atlético-MG e se mantiver a pegada, chegará longe no campeonato", falou o técnico, que ainda está invicto no clube. Atual tricampeão nacional, Muricy Ramalho comandou a equipe alviverde nas vitórias sobre Fluminense e Sport e nos empates com o Grêmio e com Atlético-MG. O atacante Obina treinou com bola normalmente na tarde de sexta-feira, na Academia de Futebol, e deve poder jogar neste sábado. Ele tinha desfalcado o time no jogo de Belo Horizonte por causa de lesão no tornozelo direito. PALMEIRAS Marcos; Wendel, Maurício Ramos, Danilo e Armero; Pierre, Edmilson, Cleiton Xavier e Diego Souza; Obina (Willians ou Deyvid Sacconi) e Ortigoza. Técnico: Muricy Ramalho BOTAFOGO Flávio; Emerson, Juninho e Eduardo; Thiaguinho, Leandro Guerreiro, Fahel, Jônatas, Lúcio Flávio e Batista; André Lima. Técnico: Estevam Soares Local: estádio do Parque Antarctica, em São Paulo. Horário: 18h30. Juiz: Cláudio Mercante (PE) |
Escrito por HUMBERTO BRITO às 12h27
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Brasil bate Estônia e Dunga supera feito de Parreira Era o jogo do século para a Estônia nesta quarta-feira, mas o Brasil, convidado especial e de olho no clássico de setembro com a Argentina, pelas eliminatórias sul-americanas, estragou a festa. Em ritmo de treino, já que quase todos os jogadores se encontram em início de temporada na Europa, a equipe pentacampeã mundial ganhou o amistoso no leste europeu por 1 a 0, gol de Luís Fabiano, no estádio A. La Coq Arena. Com o resultado, o Brasil completa 17 partidas sem perder. Assim, o técnico Dunga supera uma marca de Carlos Alberto Parreira, que ficou invicto por 16 jogos nos anos de 2003 e 2004. A última derrota aconteceu em junho do ano passado - 2 a 0 para o Paraguai, em Assunção. De lá para cá, ocorreram 13 triunfos e quatro empates. A expectativa era que o duelo fosse fácil, já que a Estônia ocupa apenas o posto de número 112 no ranking da Fifa. Porém, os brasileiros sofreram com a marcação adversária. Por duas vezes os atletas se desentenderam em campo. O primeiro tempo foi truncado, com poucos lances criados no ataque. As finalizações ocorreram, em sua maioria, com chutes de fora da área, principalmente pelo lado do país báltico. "O jogo está muito difícil, o campo é pequeno, e o adversário está chegando junto. É um time bastante violento, eles estão chegando na maldade, de forma desleal", declarou o centroavante Luís Fabiano, à Rede Globo no intervalo. O Brasil procurava avançar no toque de bola, porém sem muito êxito. O gol teve uma origem acidental. Nos 45 minutos iniciais só conseguiu invadir a área rival com cruzamentos na área, até que Luís Fabiano contou com a sorte para receber a bola na cara do goleiro e abrir o placar. A zaga dos donos da casa tentou afastar, a bola bateu em Kaká e sobrou para Luís Fabiano. O camisa 9 invadiu a área sozinho e bateu na saída do goleiro Pareiko. "Em jogo assim, a chance que aparece tem de fazer." A partir dos 15min da etapa final, os treinadores começaram a promover alterações. Dunga sacou Maicon, Kaká e Robinho para as entradas de Daniel Alves, Julio Baptista e Diego Tardelli. Logo na primeira vez que tocou na bola vestindo a camisa verde e amarela, Tardelli quase balançou as redes. Ele limpou do zagueiro e bateu para boa defesa de Pareiko. As trocas prosseguiram, e Nilmar e Miranda também tiveram a chance de atuar. Dunga avisara na véspera do confronto que faria várias alterações para poupar os atletas, entretanto parou por aí. O goleiro Júlio César só assistiu ao segundo tempo. O Brasil teve total domínio de bola e desperdiçou pelo menos três oportunidades claras de ampliar a vantagem. Apenas nos minutos finais os estonianos resolveram assustar, mas o time nacional segurou o triunfo. Estônia 0 x 1 Brasil Data: 12/08/2009 (quarta-feira) Local: A. La Coq Arena, em Tallinn (Estônia) Árbitro: Martin Ingvarsson (Suécia) Auxiliares: Peter Ekström e Joakim Flink (ambos da Suécia) Cartões amarelos: Dmitrijev (E), Parieko (E); André Santos (B), Lúcio (B), Luisão (B), Felipe Melo (B), Daniel Alves (B), Nilmar (B) Cartão vermelho: Kruglov (E) Gol: Luis Fabiano (B), aos 42min do primeiro tempo ESTÔNIA Pareiko; Jääger, Bärengrub, Piroja e Klavan; Puri (Purje), Vassiljev, Dmitrijev (Vunk), Lindpere (Kruglov); Zenjov (Voskoboinikov) e Kink (Viikmäe) Técnico: Tarmo Rüütli BRASIL Júlio César; Maicon (Daniel Alves), Lúcio (Miranda), Luisão e André Santos; Gilberto Silva, Felipe Melo, Kleberson (Elano) e Kaká; Robinho (Diego Tardelli) e Luís Fabiano (Nilmar) Técnico: Dunga
Escrito por HUMBERTO BRITO às 17h37
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FBF: Mais Uma Embromação Intragável No Complicado Futebol Baiano Pelo rolar das informações, para os nossos meninos com "professores" ultrapassados não têm salvação. E mais, o futebol passa por uma crise ética e moral sem precedentes. Assim como na política o imbróglio no campo convive com um lamaçal fétido. Jovens despreparados em idade de formação, necessitando de bons exemplos são misturados com dirigentes questionados pela Polícia e Ministério Público Estadual (MPE). Depois do terceiro ano de fracasso da Copa 2 de Julho, promovida pela Sudesb com o dinheiro do contribuinte, apoiada pela FBF, é hora de enganar outra vez o povo. Desacreditada na sociedade, a partir do dia 22/08, a FBF (Federação Bahiana de Futebol) dará início a mais uma armação dos Campeonatos Baiano de Futebol Categorias Infantil e Juvenil. Antes de chegar na área, pela tradição, já é possível lançar algumas notícias. Por exemplo: os treinos de luxo do Bahia e do Vitória, contra escolinhas mais fracas, onde eles alugam o meio do campo, e aplicam sonoras goleadas, 12 a 0, 10 a 0, 8 a 0, 6 a 0... E o campeão, e/ou vice campeão já são conhecidos; Bahia e/ou Vitória. Perguntar, ainda não oferece perigo. Por onde andam??? Redenção, Botafogo, Ypiranga, Leônico, Estrela de Março, Palmeiras, Atlético, Madre de Deus, Guarany, São Cristovão, Bahia e Feirense de Feira de Santana, e outros times das cidades de Vitória da Conquista, Juazeiro, Guanambi, Poções, Jequié, Cruz das Almas, Santo Amaro, Ilhéus, Itabuna... Nessa, sem motivação, serão as mesmas 10 "caras" de todos os anos disputando uma "competição" com cartas marcadas. Confira os Grupos: Grupo 1 | | Grupo 2 | BAHIA | | ABB | Camaçari | | Astro | Catuense | | Atlântico | Fluminense | | São Francisco | Galícia | | VITÓRIA |
Escrito por HUMBERTO BRITO às 01h21
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Futebol Baiano Uma Grande Tristeza. Últimos resultados indicam para o Bahia a terceira divisão e para o Vitória da Bahia a segunda divisão. Barueri 4 x 0 Vitória - Goleada para espantar a má fase! | Com dois gols do ex-palmeirense Luís e um do ex-corintiano Otacílio Neto, o Barueri derrotou o Vitória por 4 a 0, nesta quinta-feira, na Arena Barueri, e pôs fim ao jejum de quatro rodadas sem vitórias no Campeonato Brasileiro. A partida foi válida pela 17ª rodada da competição. O resultado positivo colocou o Barueri em nono lugar, com 25 pontos, mantendo a média de pontos planejada pela comissão técnica. O técnico Estevam Soares (ex jogador do Bahia) não surpreendeu na escalação e confiou na equipe que perdeu para o Botafogo, na última rodada. Já o Vitória acumulou sua terceira derrota seguida e está em queda livre na tabela. Após lutar pelo G4, os baianos estão em décimo lugar, com 24 pontos. O técnico Paulo César Carpegiani tenta juntar os cacos para retomar a boa campanha da equipe.Camisa 9 comanda vitória! O primeiro tempo teve um dono só: Luís. O ex-palmeirense só não fez chover na Arena Barueri. Marcou os dois gols da vitória parcial e também foi personagem de jogadas grotescas. No entanto, o papel decisivo dele na partida causou o perdão. Logo aos dois minutos, o Barueri já abriu o placar. Thiago Humberto fez boa jogada pela ponta esquerda e levantou na área. Com a camisa 9 às costas, Luís venceu a disputa com o ex-corintiano Fábio Ferreira e, no primeiro pau, cabeceou no canto direito de Gléguer. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. O Vitória arriscou pouco em campo. Aos cinco minutos, o volante Carlos Alberto arriscou o chute da entrada da área, mas conseguiu "apenas" levar perigo. A bola raspou o travessão. Oito minutos depois, Leandro Domingues arriscou finalização pelo lado esquerdo e acertou a trave. A partir daí, só deu Barueri e Luís. Aos 23, o ex-palmeirense recebeu lançamento e tinha tudo para fazer o gol, mas demorou para chutar e foi desarmado. Thiago Humberto pegou o rebote e quase marcou. Aos 35 minutos, o camisa 10 ainda cobrou falta com perigo, em lance que Gléguer merecia até ter sido expulso. O placar ficou completo a cinco minutos do fim. Thiago Humberto fez grande jogada pelo lado esquerdo e rolou para trás. Fernandinho finalizou, mas acertou a trave direita. No rebote, Luís completou para o gol vazio e garantiu a vitória. Golaço completa a festa O segundo tempo não trouxe tanta emoção. Com o resultado totalmente garantido, o Barueri mostrou pouca pegada no meio-campo e por isso foi certas vezes pressionado pelo rápido ataque do Vitória. Nos contra-golpes, porém, os paulistas mostraram qualidade. Aos 12 minutos, Fernandinho quase marcou um belo gol. O camisa 11 recebeu na entrada da área, avançou com a bola e arriscou o chute de perna esquerda. Gléguer saltou e defendeu. Dois minutos depois, Thiago Humberto chutou pela ponta esquerda e parou novamente na defesa do goleiro rubro-negro. Aos 31 minutos, Otacílio Neto recebeu bom passe na meia-lua. O ex-atacante do Corinthians girou em cima do zagueiro e bateu com precisão e muita curva. A bola entrou certeira no canto direito de Gléguer, que sequer pulou, já sabendo que não chegaria à bola. Nos acréscimos, ainda deu tempo de o Barueri marcar mais um gol e transformar o placar em goleada. Aos 47 minutos, Thiago Humberto recebeu livre dentro da área, dominou e chutou na saída do goleiro, fechando o placar em Barueri. Árbitro: Pablo dos Santos Alves-RJ, Público: 2.180 pagantes, Renda: R$ 25.025,00. Cartões Amarelos: Márcio Careca e Xandão (Barueri); Gléguer, Neto Berola e Carlos Alberto (Vitória). Próximos Jogos Os dois clubes voltam a jogar em casa pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na Grande São Paulo, o Barueri recebe o Grêmio, no domingo, na Arena Barueri, às 18h30. Já o Vitória enfrenta o Fluminense, também no domingo, às 16 horas, no Barradão, em Salvador.
Escrito por HUMBERTO BRITO às 18h54
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"Paixão nacional, o futebol tem servido no Brasil a interesses políticos e continua a abrigar um sem número de irregularidades, como lavagem de dinheiro, caixa dois, evasão fiscal, enriquecimento ilícito e corrupção." Editorial da 'Folha de S.Paulo' Bola perdida. Presidente da CBF muda discurso e afirma que estádios para Copa de 2014 vão precisar de verbas do setor público. COMO NÃO ERA difícil de prever, recursos públicos serão consumidos na construção e reforma de estádios para as partidas da Copa do Mundo de 2014. A versão de que a iniciativa privada estaria à frente desses investimentos foi afastada por seu principal divulgador, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira. O dirigente, que preside a entidade há duas décadas, reiterou em diversas oportunidades -entre as quais num artigo publicado em 2008 por esta Folha- que o modelo previsto para o evento teria "viés predominantemente privado". Caberia ao setor público, na proposta anteriormente apresentada pela CBF, investir apenas naquilo que é de sua competência -infraestrutura, aeroportos, transportes etc. Agora, em entrevista a alguns dos principais jornais do país, Teixeira diz o que a experiência e o bom senso davam como certo: será inevitável o desembolso de verbas governamentais para modernizar antigas arenas esportivas e construir duas novas. Não se sabe como os custos serão divididos. O total, por ora, é estimado em R$ 3 bilhões. Mas basta lembrar o descalabro em que se transformaram as contas dos Jogos Pan-Americanos de 2007 para observar com cautela cálculos dessa natureza. Paixão nacional, o futebol tem servido no Brasil a interesses políticos e continua a abrigar um sem número de irregularidades, como lavagem de dinheiro, caixa dois, evasão fiscal, enriquecimento ilícito e corrupção. Não é necessário um exame mais aprofundado para perceber que as bases sobre as quais se organiza esse esporte no país estão em ruínas. Tivessem os clubes estatuto de empresas, e não contassem com o deplorável beneplácito das autoridades, já estariam legalmente falidos em sua quase totalidade. Em grande parte apegados a rotinas amadorísticas e patrimonialistas, sempre a contar com a leniência e a cooperação de políticos municipais, estaduais e federais, os dirigentes brasileiros não se prepararam para as mudanças ocorridas nas últimas décadas, quando se aprofundou o processo de globalização. A consolidação do esporte como peça da indústria internacional de entretenimento deixou o Brasil em vexatória posição periférica. O quadro, que já era de atraso, tornou-se insustentável. Quando assumiu a Presidência da República, o torcedor Luiz Inácio Lula da Silva alimentou esperanças de que mobilizaria instrumentos governamentais para tentar superar a situação. Não foi o que aconteceu. O governo Lula frustrou as expectativas mais sensatas e progressistas do setor ao reincidir na velha prática de conceder benefícios públicos a clubes e entidades sem exigir contrapartidas que pudessem induzi-los a um regime de gestão mais responsável e transparente. Esse histórico só faz aumentar as apreensões acerca de como será conduzida a organização da Copa no Brasil.
Escrito por HUMBERTO BRITO às 18h53
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Top 7 - Clássicos, rivalidade e episódios de violência pelo mundo. Do UOL Esporte Em São Paulo Os episódios de violência no futebol não se restringem apenas ao Brasil. Ao redor do mundo, existem diversos exemplos de rivalidade extremada e jogos que são garantia de problemas para a polícia. O UOL Esporte lista alguns clássicos 'perigosos', que envolvem tensão e que, se não são assistidos de perto pelas autoridades, podem resultar em tragédias dentro e fora do estádio. 1. Alemanha A rivalidade entre os clubes resulta de uma rixa histórica entre cidades. Gelsenkirchen e Dortmund estão muito próximas (cerca de 30 km as separam). As torcidas dos dois clubes eram formadas basicamente por operários das minas de carvão - enquanto a origem do Schalke está nos movimentos sindicais, a do Borussia está mais ligada à pastoral operária da igreja. 2. Argentina Um confronto quente que opõe torcidas apaixonadas. A já famosa ‘catimba’ argentina dentro de campo se transfere para as arquibancadas em tom de provocação. O clássico de Buenos Aires tem uma divisão de ingressos já definida para cada jogo. Em La Bombonera, os torcedores rivais são somente cinco mil. No Monumental, o River Plate reserva aos xeneizes o mesmo número de ingressos. 3. Escócia Uma das mais potentes rivalidades do mundo do futebol. Os atritos se explicam por motivos religiosos, já que a torcida do Celtic é composta, em sua maioria, por imigrantes irlandeses católicos, e os fãs do Rangers são, via de regra, protestantes. Quando futebol e fé, aliada a um encontro entre clubes da mesma cidade (Glasgow), se confrontam, a possibilidade de brigas se torna alta. 4. Grécia As torcidas dos dois grandes clubes da Grécia são famosas por causarem distúrbios fora e dentro de campo em dia de clássico - seja no futebol ou no basquete. Além da questão local, já que os dois clubes disputam espaço em Atenas, os torcedores do Olympiacos representam a classe trabalhadora, enquanto os fãs do Panathinaikos são, majoritariamente, do subúrbio da capital da Grécia. 5. Itália As duas equipes da capital italiana dividem não somente a cidade, mas o estádio onde recebem seus adversários: o Olímpico. Essa rivalidade tem base na política e na luta de classes que dura gerações na Itália. Apontada como a mais violenta da Europa, a torcida da Lazio tem origem na elite italiana e nos apoiadores do governo fascista. A Roma sempre recebeu apoio do proletariado. 6. Sérvia O ambiente nos clássicos de Belgrado é sempre tenso. Estrela Vermelha e Partizan, fundados com diferenças de meses, após a segunda Guerra Mundial, disputam um confronto famoso pelas confusões e conhecido como ‘Clássico Eterno’. O perfil violento das torcidas é tão forte que trocas de jogadores entre clubes são pouco aceitas. Ameaças e brigas são comuns. 7. Turquia Uma rivalidade que é representada através da geografia. O Fenerbahce está no lado asiático da Turquia, enquanto o Galatasaray fica na parte europeia da cidade mais populosa do país, Istambul. Em dia de clássico, a polícia turca se organiza para evitar confrontos nas ruas entre torcedores rivais. A segurança fora de campo aumentou, mas a rivalidade ainda fica explícita nos gramados.
Escrito por HUMBERTO BRITO às 18h50
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